Tempos de Escuridão

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quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015

MARCOS DE PERCURSO: Autor: Wellington S.O do Livro 6 - Uma Comédia Romântica!







Fala pessoal! Hoje temos mais uma entrevista para vocês! Isso mesmo! Hoje entrevisto o Wellington S.O autor de 6 - Uma Comédia Romântica! Eu comentei sobre a capa desse livro e sério! É linda demais! Confiram!


1) Você escreveu uma comédia romântica na visão de uma mulher! Como se sente ao ver sua obra concluída e elogiada?

Wellington : Eu me sinto muito feliz e realizado por ter acertado ao narrar do ponto de vista feminino, porque... 90% das minhas obras têm protagonistas femininas. É o foco que gosto de ter, eu gosto de escrever sobre (e para) elas, então... Nada melhor do que saber que posso continuar se está funcionando.

2) Em algum momento, todo o escritor trava. Qual foi o seu?

Wellington: Eu não faço muito o tipo de escritor que trava. Até hoje nunca apaguei nada que escrevi, nunca mudei drasticamente enormes partes da história na hora da revisão. Se eu escrevi está escrito. É o que vai para a versão final do livro. Enrolo bastante para começar a escrever uma nova história, porque uma vez que começo a escrever vou direto até o fim sem interrupções.

3) Usou uma pessoa como base para escrever, ou uniu um pouco de cada ao criar a personagem principal de 6 - Uma Comédia Romântica?

Wellington: Usei sim... EU! (hahaha) Eu mesmo, minhas burradas, as pessoas que me cercam, enfim... A minha vida é no que eu me baseio pra criar os mundos de loucuras românticas cômicas (e por vezes trágicas) dos meus livros. Com mudanças necessárias aqui e ali... Sou eu 60% ali no livro.

4) Se fosse escrever um outro livro, tentaria novamente se colocar na visão de uma protagonista mulher?

Wellington: Eu tenho mais um livro empoeirando na minha gaveta que também escrevi do ponto de uma jovem (uma espécie de versão brasileira de “O Diabo Veste Prada”), mas eu penso em parar de adotar essa abordagem. Acho que tenho um pouco de medo de continuar e esgotar tudo o que sei sobre as mulheres e começar a estragar minha reputação de “ele sabe escrever do ponto de vista feminino” se eu continuar forçando (hahaha).

5)  Como autor independente, qual foi sua maior dificuldade? Que dicas você daria para escritores iniciantes?

Wellington: Minha maior dificuldade foi a mais clássica de todas: ser publicado! Publiquei meu primeiro livro (Sobre Mães, Filhos, Esposas & Maridos / Editora APED) graças ao concurso da editora que procurava novos talentos, então enquanto temos muitos ótimos novos autores tendo que pagar (caro) pra ter seu primeiro livro publicado, eu lancei o meu sem pagar um centavo, o que me tornou muito privilegiado. Assim, minha dica para os autores iniciantes é que foquem nos concursos literários. Pode ser o grande primeiro passo de suas carreiras.

6) Seus marcos de percurso. Jogo rápido: Um autor, um livro, uma música, personagem favorito?

Wellington: Um autor: Ira Levin
Um livro: O Bebê de Rosemary (de Ira Levin, claro haha)
Uma música: I Follow Rivers (de Lykke Li)
Personagem favorito: São tantas, mas cito a mais recente que ainda habita os meus sonhos – e os melhores pesadelos... Amy Dunne de Garota Exemplar.

7) Qual a sua maior fonte de inspiração?

Wellington:  Novelas (sim, com muito orgulho), filmes antigos (enorme parcela da minha inspiração), o comportamento de amigos e desconhecidos, ouvir trilha sonora instrumental por horas e principalmente... Os acontecimentos diários da vida.

8) Vendendo o seu peixe: O que você diria para os leitores que ainda não conhecem seu livro?

Wellington: Eu diria que meus livros são tão diversificados que é impossível alguém não se identificar profundamente com ao menos um deles. Você é romântico? Está lá. Você tem uma veia psicótica? Está lá. Ao ler você quer gargalhar ou querer molhar as páginas com lágrimas? Está tudo lá. Então corra e confira. =D

9) Tem vontade de escrever algum livro de gênero diferente?

Wellington: Como eu disse acima sobre como meus livros são muito diferentes uns dos outros, eu realmente sinto como se eu já tivesse escrito todos os gêneros! Tenho livro de comédia, romance, terror, suspense, erótico, enfim... Só o que não escrevi ainda foi poesia, o que não sei fazer (haha) e logo também é por isso que admiro profundamente quem sabe.

10) Alguma dica do que você anda escrevendo ultimamente? Seu novo projeto?

Wellington:  A galera da rede social já sabe. O nome é “Eu Quero Que Ela Morra”. No dia em que eu divulguei o título do livro com uma arte de capa rascunho, a galera surtou! Fiquei muito feliz mesmo. Todos dizendo que comprariam o livro imediatamente se vissem aquele título forte na livraria e outros elogios do tipo. É uma história muito pesada sobre os níveis mais altos de vilania que uma jovem pode alcançar e eu estou adorando escrever.

11) Qual tema você jamais escreveria?


Wellington: Eu escreveria sobre TUDO. Essa é minha meta de vida de escritor. Poder olhar para trás um dia e ser capaz de dizer “Uau. Eu escrevi sobre tudo. Sem restrições”. Estou no caminho (rsrs) e confesso que tenho enorme preferência por escrever sobre os temas que mais “balançam”: prostituição, aborto, drogas, homossexualismo, adultério. Sou apaixonado pelas possibilidades dramáticas desses temas. Gosto dos desafios. Esse sou eu. 


É isso ai galera, espero que tenham curtido! Para conhecer mais sobre o autor e sua obra confiram o link abaixo:

http://marcodeumpercurso.blogspot.com.br/2015/01/parceria-wellington-so-livro-6-uma.html



domingo, 22 de fevereiro de 2015

MARCOS DE PERCURSO: Autora Lívia Stocco!!!






Fala galera! Hoje estou entrevistando o destaque da semana do blog! É a autora Lívia, escritora de Mundo de Bhardo! Que possui três livros prontos e tem mais um para ser lançado agora! Este será o último! Conheçam a autora: 



1) Você escreveu uma trilogia! Quanto tempo levou para escrever os três livros?

Lívia: O primeiro livro levou muito, muito tempo mesmo. Comecei ainda criança, e a história mudou tanto ao longo dos anos e foi reescrita e deixada de lado tantas vezes que, fazendo as contas, levei cerca de quatorze anos para me dar por satisfeita e publicá-la. No entanto, os outros livros levaram bem menos tempo: o segundo, que já estava parcialmente iniciado, levou aproximadamente um ano para ser concluído e o terceiro, este sim iniciado desde o começo, levou apenas três meses. Acho que peguei o jeito. Mas a série ainda não está concluída: serão quatro livros no total, e este último deve ser lançado ainda neste ano.

2) Enquanto você escrevia, qual foi o momento que você percebeu que não seria apenas um livro?

Lívia: Acredito que séries de livros são publicadas desta forma porque a história é grande demais para ser publicada toda de uma vez. Eu sabia que meus heróis precisariam enfrentar uma sequencia de desafios, e cada um seria longo e extenuante, o que me levaria a escrever mais páginas do que o razoável para qualquer editora publicar, ou para a maioria dos leitores parar para ler, portanto dividir a história em quatro livros foi natural.


3) Como foi desenvolver um mundo próprio? Personagens?

Lívia: Sempre tentei ver meus personagens e meu mundo como amigos que poderia ter, pessoas com quem eu poderia me deparar, lugares onde eu poderia ir parar. São todos muito diferentes e têm fortes personalidades próprias, e para diferenciá-las das minhas próprias ideias costumo agregar traços de personalidades de pessoas que conheço ou mesmo de personagens de outras obras. Nenhum deles é baseado numa única pessoa, e tento imaginar todo o passado de cada um antes do momento em que a aventura se passa para determinar suas ações.
Para criar o mundo, além de pensar na parte fantástica eu costumo estudar geografia, cartografia, assistir muitos documentários de biologia e meio ambiente o que, além de ser algo que realmente gosto de fazer, me dá base para entender o funcionamento de ecossistemas e bolar as interações entre os diversos locais do meu cenário com uma leve base lógica.


4) Que dica você dá para pessoas que desejam escrever livros longos?


Lívia: Cada escritor tem seu próprio método de escrita, e cada pessoa deve achar o seu próprio ritmo. O que eu faço e que funciona para mim é começar a escrever só quando já imaginei a história toda, do começo ao fim. Preparo um roteiro, onde rascunho mais ou menos o que vai acontecer em cada etapa, e defino aproximadamente quantas páginas precisarei para escrever essas partes. Com a soma do número de páginas, posso ter uma ideia de quantas páginas vai ter o livro no total (pra ter uma ideia, o próximo e último livro da série “Mundo de Bhardo” terá entre 400 e 450 páginas), e me obrigo a escrever um número razoável de páginas por dia. No momento esse número é 6, de segunda a sexta, o que me deixa com dois dias livres na semana para descansar a cabeça e os braços. Pode parecer complicado falando, como um trabalho de formiguinha, mas ao chegar ao final de cada semana com 30 páginas prontas eu consigo ver que o trabalho está sendo feito e me sinto motivada.

5)  Como autor independente, qual foi sua maior dificuldade? Que dicas você daria para escritores iniciantes?


Lívia: Encontrar uma editora é sempre o mais complicado, e por não conseguir aguentar mais a espera por uma resposta que poderia não vir dentro dos seis meses solicitados antes de enviar para outra editora, que também me pediria de seis a doze meses para responder, preferi parar de esperar e procurar a auto publicação. Ainda não me considero sábia o suficiente para dar conselhos, mas o que sigo é: manter páginas e sites da obra atualizadas, fazer promoções periódicas, investir em imagens, vídeos e promoções e tentar conquistar uma clientela que chame a atenção, e assim conquistar os leitores aos pouquinhos.

6) Seus marcos de percurso. Jogo rápido:  Um autor, um livro, uma música, personagem favorito?

Lívia: Sou extremamente fã de J. K. Rowling e do que ela criou em Harry Potter, portanto não posso evitar pensar justamente neles como autora, livro (todos os sete) e em Harry Potter como personagem. Música? Space Oddity do David Bowie.

7) Qual a sua maior fonte de inspiração?


Lívia: Não sei qual foi a maior, pois tudo o que eu leio, assisto, vivencio, experimento e até sonho são fontes de inspiração, mas posso dizer que algumas coisas me marcaram a infância, e por causa delas eu quis me aventurar a escrever minhas próprias histórias: o livro “A montanha encantada”, da Coleção Vagalume; o livro “Viagem ao céu”, de Monteiro Lobato, o primeiro que li dele, e o desenho “Os Cavaleiros do Zodíaco”, uma das primeiras histórias de heróis que me cativou.

8) Tem vontade de escrever algum livro de gênero diferente?

Lívia: Tenho um livro de bolso publicado, “Um presente para Graça”, um drama cotidiano com um toque de magia. Tenho um projeto para uma ficção futurista, que devo iniciar assim que terminar o livro que estou escrevendo, e também tenho um projeto para um romance adolescente e para um terror, e os dois ainda vão sair do papel, com certeza. Só que o terror vai ser mais difícil, pois toda vez que volto a pensar nele começo a ter pesadelos...

9) Alguma dica do que você anda escrevendo ultimamente? Seu novo projeto?

Lívia: Neste momento estou no meio do quarto livro da saga “Mundo de Bhardo”, e este será o último também. Mas logo deve sair minha ficção também, antes do meio do ano, se tudo correr bem, e este é um projeto para o Wattpad, para ser lido gratuitamente. Espero dar conta de tudo o que eu quero fazer!

10) Qual tema você jamais escreveria?

Lívia: Autoajuda. Este não funciona comigo.

11) Vendendo o seu peixe: O que você diria para os leitores que ainda não conhecem seu livro?

Lívia: Você gosta de aventura? Fantasia? Magia? Mesmo? Acha que sabe o que espera por você? Pois eu digo: você não vai encontrar elfos, orcs nem duendes por aqui. Bhardo não é para os fracos. E se você é corajoso o bastante para se embrenhar num mundo sem luz do dia, então entre nas minhas páginas e acompanhe meus bravos heróis em aventuras inacreditáveis!


É isso ai galera! Para conhecer mais sobre a autora dê um click no link aqui embaixo!

http://marcodeumpercurso.blogspot.com.br/2015/01/parceria-mundo-de-bhardo-trilogia-livia.html



quarta-feira, 18 de fevereiro de 2015

MARCOS DE PERCURSO: Autor Samuel Cardeal





Fala galera! Mais um perguntas e respostas com autores brasileiros. Hoje entrevisto o escritor Samuel Cardeal, autor do livro O Quarto Cavaleiro. Confiram!


1) Qual foi o motivo que te levou a escrever um livro de horror?

Samuel: Bem, na verdade, eu não considero nenhum dos meus livros horror, ainda que outras pessoas discordem. Meu primeiro livro tem demônios e coisas assustadoras, mas está mais para uma aventura futurista do que horror. Quanto ao meu livro mais recente, O Quatro Cavaleiro, realmente tem algumas coisas próximas do horror, mas é, antes de tudo, uma biografia de um personagem que vivia na minha mente bem antes de saltar para as páginas, era uma ideia que me rondava e que precisava passar para o papel. Então, simplesmente tive que escrever. Quando as ideias surgem, não importa em que gênero se enquadram, eles têm que fluir.

2) Pretende escrever um dia alguma trilogia, crônica?

Samuel: Tenho ideias para sequencia de dois livros meus, mas que ainda estão só na ideia, mas nunca comecei um história pensando em uma série, gosto de fechar minhas histórias em um único livro.

3) Foi difícil desenvolver um personagem psicótico ? Em que você se baseou para criá-lo?

Samuel: Leonel não é bem um psicótico (eu acho), ele é um psicopata, e sua personalidade tem muito do autor, ele é como uma versão minha, com a diferença de gostar de matar e torturar, além de ser mais inteligente, charmoso e racional. Para construí-lo, me fiz valer de pesquisas sobre a mente dos psicopatas, além de me inspirar nos diversos serial killers da ficção. Além disso, Leonel tem todo o meu sarcasmo e humor ácido elevados ao extremo, por isso é um personagem que tanto amo.

4) Que dica você dá para pessoas que desejam escrever alguma coisa no gênero terror ou suspense?

Samuel: Não vou dizer que para escrever é preciso ler muito, porque me parece óbvio que quem resolve se tornar escritor tenha amor pela leitura. Como qualquer outro ofício, a escrita deve ser alvo de muita prática e estudo. Não se deve temer escrever coisas ruins. O essencial é ter auto-crítica e buscar melhorar, aceitar críticas negativas . Quanto ao gênero, no horror o que mais me assombra é a natureza humana, então acho que é sempre bom focar no lado humano da maldade.

5)  Como autor independente, qual foi sua maior dificuldade? Que dicas você daria para escritores iniciantes?


Samuel: Eu ainda sou um escritor iniciante, então essas dificuldades permanecem. Acho que o mais difícil é chegar aos leitores, já que o mercado é fechado, e o investimento massivo em marketing, que muitas vezes vem à frente da qualidade, ofusca novos talentos. O preconceito de muitos leitores ao nacional também é um dificultador. E, como sempre menciono, a aversão que muitos têm aos livros digitais mata um escritor a cada duas horas no Brasil.

6) Seus marcos de percurso. Jogo rápido:  Um autor, um livro, uma música, personagem favorito?

Samuel: Um autor: Chuck Palahniuk
Um livro: O Vendedor de Armas (Hugh Laurie)
Uma música: Echoes (Pink Floyd)
Um personagem: John MccLane

7) Qual a sua maior fonte de inspiração?


Samuel: Apesar de utilizar das coisas que vejo ao meu redor, minha maior fonte de inspiração é a ficção, tanto nos livros como nos filmes e séries, as obras de ficção que me encantam desde criança são o que constrói minhas histórias.

8) Tem vontade de escrever algum livro de gênero diferente?

Samuel: Não me apego muito a gêneros. Se a ideia surge e me agrada, eu vou atrás de trabalhá-la. Terminei recentemente uma comédia romântica chamada “Fiéis Infiéis”, que está em revisão, e já me aventurei no drama e na ficção científica. Assim como consumo ficção de todo tipo, tento escrever sobre qualquer tipo de coisa.

9) Alguma dica do que você anda escrevendo ultimamente? Seu novo projeto?

Samuel: Estou ainda no processo de pesquisa do meu próximo livro, mas posso adiantar que é uma ficção sobre Quentin Tarantino, um dos meus cineastas prediletos.

10) Qual tema você jamais escreveria?


Samuel: Prefiro não dizer “dessa água não beberei”, mas acho que dificilmente escreveria um romance aguado, o algo tipo Nicholas Sparks. É simplesmente incompatível com minha mente sombria e pouco sã.

8) Vendendo o seu peixe: O que você diria para os leitores que ainda não conhecem seu livro?

Samuel: Dê uma chance para Leonel, ele é um cara sádico que gosta de matar, mas é apaixonante. Arrisque-se e tente não amar seu ímpeto homicida e seu humor peculiar.


É isso ai galera! Ficou curioso? Então confira o link abaixo com todas as informações sobre o autor e o livro!

http://marcodeumpercurso.blogspot.com/2015/01/parceiro-samuel-cardeal-o-quarto.html




terça-feira, 17 de fevereiro de 2015

MARCOS DE PERCURSO: Autor Charles Kruger!





Olá galera!!! Dando continuidade ao perguntas e respostas com autores! Hoje entrevisto o escritor Charles Kruger, autor de Os Verdadeiros Gigantes!


1)      RPG foi um dos motivos que te levou a escrever?

Charles: De certa forma, sim. Tudo começou com uma trilogia de romances baseada em jogos de RPG, as “Crônicas de Dragonlance”. Mas, além disso, o RPG continuou e continua sendo uma grande influência e fonte de estímulo.

2)      Pretende escrever uma continuação para o livro Os Verdadeiros Gigantes? Ou a história de Rodan e seus amigos termina neste livro?

Charles: A princípio, termina neste livro. Não está descartado voltar ao mundo ficcional de Elgalor, mas não deve ser algo imediato, já que meus planos mais imediatos envolvem outros livros.

3)      Qual dos personagens do seu livro você teve mais dificuldade em desenvolver?

Charles: Garren. Ele aparece no livro viajando com Drunnan, mas Drunnan eu já tinha a personalidade bem delineada. Eu tinha o desafio não fazer os dois ficarem parecidos demais. Creio que este tenha sido o mais difícil.

4)      Criação de mundo: Qual a maior dificuldade em criar mundos? Qual as dicas que você dá para pessoas que pretendem desenvolver algo na fantasia?

Charles: O mais difícil é não conseguir “passar o clima” do mundo. O ideal é sempre começar pensando em características marcantes e, preferencialmente, que distingam o seu mundo dos demais. E, claro, não ter medo de inovar e de encher de vilões terríveis...

5)      Como autor independente, qual foi sua maior dificuldade? Que dicas você daria para escritores iniciantes?

Charles: As maiores dificuldades persistem até hoje. A dificuldade na divulgação, o número cada vez maior de pessoas tentando conquistar o mesmo público que o meu, e certo descaso por parte de uma parcela do público que não confia em autores nacionais.

6)      Seus marcos de percurso. Jogo rápido:  Um autor, um livro, uma música, personagem favorito?

Charles: Leandro Reis, Dragões da Noite de Inverno, Have you ever needed someone so bad (Def Leppard), Tyrion Lannister.

7)     De onde vêm os seus personagens? Foram baseados nos anões de RPG?

Charles: De certa forma, sim. Mas claro que tive que imbuir características neles que me ajudassem a “amarrá-los” bem à história.


8)     Tem vontade de escrever algum livro de gênero diferente?

Charles: Em algum momento, vou ter que escrever algo de ficção científica. Mas tenho pouco “background” sobre o gênero, então não pode ser tão já. Além disso, tem muita coisa de fantasia que ainda preciso escrever.

9)     Alguma dica do que você anda escrevendo ultimamente? Seu novo projeto?

Charles: O livro que estou escrevendo agora mais uma vez é baseado nos clichês da fantasia medieval, mas tem a proposta de descontruir o gênero e virar seus elementos de ponta-cabeça.

10)      Qual tema você jamais escreveria?

Charles:Vampiros. Nada contra o tema, mas para mim ele já rendeu o que tinha que render.

11)Qual a sua maior fonte de inspiração?

Charles: As muitas coisas que assisto e leio. Surpreendentemente, a maioria delas NÃO é do gênero que escrevo. E acho que esta é a parte mais interessante do processo todo.

12)     Vendendo o seu peixe: O que você diria para os leitores que ainda não conhecem seu livro?


Charles: “Os Verdadeiros Gigantes” é uma obra calcada nos clichês da fantasia medieval. Se você gosta do gênero, o título é imperdível. Se não gosta, talvez não vá apreciar. Mas nada impede você de indica-lo a seus amigos.

Para mais informações acesse o link abaixo!

http://marcodeumpercurso.blogspot.com.br/2015/01/parceria-os-verdadeiros-gigantes.html

Marquem o seu percurso!